Com a credibilidade em baixa e sem
efeito visual, já que dois ou três computadores pifaram, aconteceu a terceira
reunião da Associação de Moradores do Lessa no Colégio Objetivo,
interessadíssimo nas questões que dizem respeito ao fechamento do bairro, já que
a passagem diante de sua porta será praticamente
obrigatória.
Presentes pouco mais de 20 pessoas,
ai incluindo casais e filhos, aos poucos foram saindo, tornando impossível o
prosseguimento do encontro após 35 minutos contados no
relógio.
De se imaginar que entre o seleto
grupo houvesse interesse em saber detalhes sobre as contas deixadas no caixa da
SAL, positivo em 27 mil reais, e, engrossado pela Dobro Security a um total
estimado em 35 mil. Mas o presidente se limitou a dizer que a contabilidade está
á disposição de quem quiser ver, como se fosse assim a prestação de contas de
uma entidade associativa, ainda mais com pretensões condominiais. Em tempos
civilizados e de alta tecnologia, imagina-se que as contas devam ser prestadas
mês a mês, mesmo que através de e-mails, para não privar o conhecimento dos que
não podem estar presentes à assembléia.
Não se tocou no assunto principal que
seria a liminar impeditiva do Tribunal de justiça do Estado de São Paulo, diante
da inconstitucionalidade da lei, já batizada de “Lessa Livre”. Talvez a razão de
tão inexpressivo quorum.
O encontro foi conduzido a base de
falácias do tipo: a Câmara vai fazer outra lei e vai submeter o prefeito, como
se Vitão fosse homem de se curvar a ameaças.
No encontro foi dito que se não
deixar fechar o Lessa, Vito Ardito Lerário terá de mandar abrir as porteiras do
Village Paineiras, dos dois Colonias Villages, Vila Rica e que
tais...
Houve apelo para que pessoas se
apresentassem para formar nova chapa, ante o desgaste, descrédito e desistência
da atual diretoria...
Finda a reunião a diretoria deve ter
saído para um ágape frugal em Marte, Júpiter ou Plutão, pois se dispersou em
segundos ...









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