CLIQUEM AQUI E CONHEÇAM O CAMPEÃO
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NO DIA DOS PAIS...
(GeraldoMiguel)
09/08/11
Se tens pai,
retoma-o demoradamente
em teus braços,
acaricia-o,
alivia-o de pensamentos
desvelados,
que ele
convive com a saudade – considerável! –
de teu Amor.
.
Se não tens pai,
sublima os teus sofrimentos,
pousa-os
junto a seu Espírito – em harmonia! –
que ele, recidivo e de olhar inefável,
te abençoa
por tuas lembranças...
Se és pai,
assenta o teu coração,
com a simplicidade e beleza do arrebol,
que os filhos – eternas crianças puras! – vem,
e tocam para ti a serenata do Amor,
com acordes afinados e vívidos
e te deixam, por momentos, como eles:
criança pura,
ainda que tênue e transitória,
mas que te revigora a Vida...
Em qualquer situação, intenso e abençoado Dia dos Pais!
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Quando intenso e sombrio, obviamente no cair das tardes, nos leva à interiorização, forçando-nos ao contato com o que há de mais profundo em nosso ser, já que torna nossos movimentos mais lentos e nos impõe tendências à permanência de pensamentos recheados de recordações. São, por assim dizer, momentos que podem nos levar a mudanças de direção ou, então, permitir brotar, despertar, em nossas almas, outros estados de consciência que trazem maturidade, equilíbrio e solidez.
Quando suave e brilhante, com a luz e o calor do sol do amanhecer radiante, geralmente, nos conduz a estados repousantes e de expectativas, já que pode nos induzir a refletir sobre as coisas que ainda estão no porvir e, assim, nos permitir elaborar planos, traçar projetos, que em outras estações podem, naturalmente, vir a se concretizar.
Aproveitemos, pois, com sabedoria e determinação, as forças naturais que emergem nesta peculiar e fria estação que nos induz, também, à arte de saber sobreviver, já que pode, lentamente, promover mudanças significativas em nosso ser e, também, acabar por transformar nossa própria maneira de sentir, de olhar e ver, com os nossos próprios corações!
Quem sabe, ao final da peculiar Estação, encontremos, também, formas, estratégias de melhor contribuir para o florescer de uma nova estação, um novo ciclo de esperanças, de paz e possibilidades do germinar de muitas sementes pois, onde quer que possamos ir ou estar, carregaremos sempre conosco o que realmente somos!
SJC, 21 de junho de 2012, chegada do Inverno.
José Paulo
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Há momentos que definem toda uma existência. Que escrevem a síntese de uma personalidade. Aclaram a que veio um ser humano. Explicam sua história de vida.
Conheci, certa vez, um juiz. Mas bastaria o cargo para definir um ser humano? Não. Diga-se, então, que era daqueles operosos. Mas seria esta qualidade bastante para dizer a que veio? Não. Acrescente-se ter sido magistrado probo. Receberia sua vida, com mais este atributo, um significado final? Não. Faltaria algo: um momento supremo conferindo ao seu espírito uma medida de grandeza.
Por um capricho da vida pude testemunhar este momento. Chegou-lhe a velhice. Alcançou-o a doença, com rara agressividade. Sentindo fortes dores, já não conseguia restar sentado – apenas deitado ou de pé.
Eis como este juiz não perdeu uma única sessão do Tribunal de Justiça que integrava: ficava de pé, ao lado do seu assento vazio. As horas se passavam. Seu semblante, carregado de dor. Mas lá estava aquele juiz, impávido, a participar de todos os julgamentos, envergando sua toga com uma dignidade difícil de descrever. Assim foram seus últimos dias. Suas derradeiras horas.
As décadas se passaram. Mas nunca me fugiu da memória a cena daquele juiz apoiado em uma bengala, ereto, a distribuir justiça com serenidade ímpar. Foi o seu momento supremo – e um dos mais belos que jamais testemunhei.
Vou à janela. Contemplo o meu país tão conflituoso. A minha gente tão dividida. Será que não compreende, como aquele juiz, que as coisas da vida passam, e passam muito depressa?
Lanço um olhar às instituições, tão ricas em títulos e símbolos. E tão distantes do carinho de todo um povo. Uma pena que não percebam, como aquele juiz, que cargos não fazem homens – e sim o inverso.
Vejo o desânimo a grassar. Que diferença podemos fazer, afinal? A nos responder a imagem frágil daquele juiz fazendo obstinadamente a sua parte. Cumprindo com o seu dever – mesmo sabendo estar já de partida.
Percebo, finalmente, a falta de fé. Fé nas pessoas. Na virtude. No ideal. Na pureza. Na grandeza. No Brasil, enfim. Talvez nos falte, em verdade, enquanto maioria silenciosa de pessoas de bem e do bem, a firmeza que aquele juiz tão bem representa.
Desembargador José Mathias de Almeida Netto, não sei por onde andas. Mas sei o que estás a fazer: muita falta neste nosso Brasil.
Imagem sindjud
Fonte: https://diariodopoder.com.br/opiniao/um-juiz
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MÊS DE MAIO, MOMENTO SIGNIFICATIVO PARA A MENTE E O CORAÇÃO
Pelo segundo ano consecutivo, São José dos Campos foi anunciada como uma das três cidades brasileiras mais arborizadas do país, segundo o programa Cidades Árvores do Mundo. A cidade concorreu com outras 119, de 69 países.
São José figura entre as primeiras do mundo a serem reconhecidas por seu compromisso com o manejo florestal urbano. O ranking é organizado anualmente pela Fundação Arbor Day e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
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