PREZADOS VIZINHOS;
OS ANTERIORES ADMINISTRADORES DA ANTIGA SAL - SOCIEDADE AMIGOS DE BAIRRO DR. LESSA, CRIADORES DESTE BLOG, A PARTIR DE HOJE, 12 DE JUNHO DE 2013, RETOMAM ESTE VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO, COM A FINALIDADE DE INFORMAR, DETALHADAMENTE, FATOS DE INTERESSE DA COLETIVIDADE. SINTAM-SE À VONTADE PARA EXTERNAREM SUAS OPINIÕES, ATRAVÉS DOS COMENTÁRIOS, OS QUAIS AGORA, SÃO TOTALMENTE LIVRES, CLARO, DESDE QUE, RESPEITOSOS, OU SE PREFERIREM, ATRAVÉS DO NOSSO E-MAIL, somosamigosdolessa@yahoo.com.br
Muito obrigado.
ACABOU! PARA SEMPRE! FECHAR O LESSA É INCONSTITUCIONAL. DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014.
Cliquem aqui===> http://salsociedadeamigosdolessa.blogspot.com.br/2014/11/amigos-tirante-os-considerandos-lei-do.html
DEAR VISITORS OF THE EUROPEAN COMMUNITY, NOT NAVIGATING THIS BLOG , WHICH , PROBABLY , CONTAINING GOOGLE ANALYTICS AND GOOGLE ADSENSE COOCKIES
domingo, 13 de março de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
BRASIL MOSTRA A TUA CARA
A falta de fiscalização
não é maior que a falta de respeito pelo Ser Humano no Brasil.
O governo além de
perder a guerra para as mineradoras de Minas e do Espírito Santo, não ousa agir
com firmeza em relação às mineradoras de areia que agridem diuturnamente o Rio
Paraíba do Sul.
A empresa ‘Rolando Comércio
de Areia no rio Paraíba do Sul’, em Jacareí, já foi multada outras vezes. Agora
foi de novo. Mas isso não altera o procedimento de lançar rejeitos da dragagem,
numa represa de outra mineradora que está sem licença para operar...
Deu no que deu! A
barragem rompeu, contaminando a água do rio que abastece a várias cidades
paulistas, de Minas Gerais e do Rio de janeiro, além da própria capital
fluminense.
O rompimento desta
sexta-feira afetou de imediato 75% do abastecimento a São José dos Campos. Colocou
equipes da SABESP em emergência em Taubaté, Tremembé e Pindamonhangaba. Alterou
a vazão em Santa Branca. E também acendeu sinal de alerta na CEDAE, por causa
do consumidor carioca... Despesa enorme e mobilização. Manobras para ninguém
consumir água contaminada...
E, em Jacareí, o ‘cafetão
da natureza’ sorri com mais uma multa pífia de 11 mil reais... Existem outros
agredindo a natureza. Não é só ele...
Falei e disse!
José Carlos Cataldi
sábado, 6 de fevereiro de 2016
CIDADANIA
Na segunda-feira (8.2.16), o diretor da Estrada de Ferro Campos do Jordão, Ayrton Camargo, um apaixonado por ferrovias; nos contará como encontrou, o que fez e o que vai fazer nessa linha que chega ao ponto culminante ferroviário brasileiro - mais de Mil e 700 metros; numa ousadia do Pindense Emílio Ribas, mais o amigo Vitor Godinho, nos idos de 1914...
Terça-feira, o Deputado Estadual Padre Afonso Lobato (PV) fala de suas conquistas na ALESP, inclusive sobre o fim da “Via Crucis perversa” que pacientes do Vale cumpriam até Guarulhos para conseguir tratamento médico...
Quarta-feira, o experiente advogado Julielton Modesto vai explicar tudo sobre a guarda compartilhada e muita coisa nova que surgiu nas relações de família...
Quinta-feira, o empreendedor Rubens Fernandes, cobiçado pelos Taubateanos, mostra o que a Região vai ganhar com a vinda da Feirinha do Brás para Pindamonhangaba, atraindo turistas de negócios de todo o Brasil...
Na sexta-feira, quando rufarem os tamborins, Aldo Fusco mostra um carnaval de carros curiosos e explica como funciona o Clube de Autos Antigos de Taubaté, além de suas programações ecológicas...
No sábado, 13 de fevereiro às 23 horas, João Pinheiro, diretor do Cartório da 90ª Zona Eleitoral, vai mostrar como está sendo montado o bastidor das eleições de 2016, inclusive o cadastramento biométrico das eleições para prefeitos e vereadores. Será que vai dar tempo?...
Muitas revelações importantes, num papo muito Amigo que apresentamos, com a direção de Jota Washington. Te encontro lá...
Falei e disse!
José Carlos Cataldi
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
sábado, 30 de janeiro de 2016
3º ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS DE PINDAMONHANGABA
Vejam as fotos e o filmete deste concorrido evento;
Fotos===> http://www.antigostaubate.com.br/eventos.php?id=Mjky
Filmete ===> https://vimeo.com/153231140
Fotos===> http://www.antigostaubate.com.br/eventos.php?id=Mjky
Filmete ===> https://vimeo.com/153231140
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
CANTEIRO CENTRAL DO LESSA HOJE, 06 JANEIRO 2016
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
CAMINHO DE RATO
Serviço de quinta, com a caratonha triste da administração municipal. Parece coisa de barbeiro de presídio... Passaram a máquina no matagal do canteiro central do fundo do Lessa em zigue-zague. Uma porcaria!!! O Lessa merece a mesma atenção dedicada a avenida Nossa Senhora de Bonsucesso, onde o trabalho de primeira foi realizado pela Pioneira. Dá uma olhada na nojeira que fizeram no Lessa, Vitão!!! Talvez, ano que vem, os votos de lá sejam necessários para os nulos não superarem os válidos.
ESTE VÍDEO É DE SETEMBRO DE 2012, POUCO ANTES DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
sábado, 19 de dezembro de 2015
NÃO LÍ EM LUGAR NENHUM
Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato receberam o prêmio anual da ‘Global Investigations Review’ (GIR), na categoria "órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano", em Nova York. O trabalho do MPF-BRASIL ficou à frente de entidades americanas, norueguesas e britânicas, entre elas o Departamento de Serviços Financeiros de Nova York e o gabinete do procurador do Distrito Leste de Nova York, que investigou a corrupção na Fifa. A força-tarefa brasileira foi representada pelos procuradores Carlos Fernando dos Santos Lima, Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon. Finalmente alguma coisa para nos orgulhar...
José Carlos Cataldi é jornalista, radialista e advogado. Foi fundador da CBN e consultor jurídico da Rádio Justiça do Supremo Tribunal Federal. É detentor da Ordem do Mérito Judiciário – grau de comendador; Atuou nas Empresas Globo, Radiobrás (Presidência da República); TV Rio/Record; Redes Manchete e Brasil de Televisão; foi 4 vezes Conselheiro Federal e Presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB. e-mail:cataldiblogger@gmail.com
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
COMPETENTÍSSIMO
O ‘Paradão de Natal’ de Pindamonhangaba foi merecidamente aplaudido pela
população. Efeitos especiais simulavam neve caída das árvores na Praça Monsenhor
Marcondes. Busca de atrações aproveitando as forças da cidade. Belo desfile de
carros antigos e um Papai Noel de magia e encantamento... Parabéns Zizi – (José
Antonio Goulart Rodrigues), demais organizadores e participantes que, de
certo, buscaram inspiração em ‘Beto Carrero World’ ou quem sabe até na ‘Disney’,
guardadas as proporções. Muita criatividade. Quem não teve chance de ir, ainda
pode ver. Quem foi pode rever, através das lentes de Sérgio Garcia em https://www.youtube.com/watch?v=Ms-YS_oJIUI
José Carlos Cataldi.
José Carlos Cataldi.
FUI CHAMADO DE NOJENTO E VIRA CASACA
Uma moradora do Lessa possuída por ódio cancerígeno no coração, enviou-me
mensagem dizendo que sou “vira casaca nojento”. Só porque defendi minha razões e
ganhei na Justiça! Não foi permitido o fechamento inconstitucional do bairro...
Pois defenderei a legalidade outra vez. E tantas que se fizerem necessárias.
Quanto às ofensas, delas aceitaria o “nojento”. Mas, não “vira casaca”! Deixei a
presidência do bairro para não cometer a ilegalidade pretendida e fomentada por
alguns no ‘breu das tocas’. Havia R$ 27.266,70 em depósito no Banco Santander.
Deixei a meus sucessores. Não prestaram contas de forma mercantil até hoje...
Não assinei a favor do fechamento do Lessa. Não fui a qualquer reunião em que se
pretendia submeter os moradores menos favorecidos a sanha especulativa dos mais
poderosos. Minha casaca, portanto, Senhora, está e sempre esteve no mesmo lugar:
contra o fechamento ilegal e inconstitucional do Residencial Dr. Lessa. Por
isso, posso ser “nojento” na sua ÓTICA, não discuto... Mas não “vira casaca”.
Isso nunca! Vou orar pela senhora. Ódio dá câncer! Ah! Ainda aguardo a prestação
de contas...
José Carlos Cataldi.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
OITIZEIRO: TEMOS VÁRIOS EXEMPLARES EM NOSSO CANTEIRO CENTRAL. APROVEITEM SEUS FRUTOS
Imagem do Grupo SAL, colhida em 15 de janeiro de 2014.
O oiti ou oitizeiro é uma árvore perenifólia, frutífera, originária das restingas costeiras do nordeste do Brasil e muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é globosa, bem formada e cheia, produzindo excelente sombra e efeito ornamental. Suas raízes são profundas, não agressivas. O tronco é ereto e geralmente apresenta casca cinzenta e fuste curto, ramificando em seguida. A madeira é de boa qualidade, resistente, pesada, durável e pode ser utilizada em postes, moirões, construção civil, etc. As folhas são simples, alternas, elípticas a oblongas, acuminadas, brilhantes, tomentosas, de margens inteiras e nervura central bem marcada. Elas são amarelo claras quando novas e tornam-se verdes escuras com a maturação. Floresce no inverno, e suas inflorescências tem pouca ou nenhuma importância ornamental. Elas são do tipo rácemo, axilares, com flores pequenas, de cor creme ou branca. Frutifica no verão. O fruto é uma drupa carnosa, elipsóide, perfumada, de casca amarela quando madura e polpa pegajosa e fibrosa, com semente grande e dura.
O fruto do oitizeiro é comestível, nutritivo, de sabor doce e adstringente, que lembra a manga. Ele deve ser consumido maduro, deixando-se descansar por pelo menos 4 a 5 dias após a colheita. O mais comum é consumi-lo in natura, mas também presta-se para o preparo de deliciosas vitaminas com leite. Tem efeito levemente laxativo.
Por sua sombra farta e bela copa, o oiti é uma escolha frequente na arborização urbana. Não é raro vê-la verdejando em parques, praças, avenidas e calçadas dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco e Rio de Janeiro. Seu uso ajuda a refrescar o ambiente e reduz os ruídos. É também muito tolerante à poluição dos grandes centros urbanos. Não obstante, é interessante seu plantio também em áreas de reflorestamento, sombreando e protegendo espécies de sucessão secundária e fornecendo alimento para a fauna silvestre.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Prefere clima ameno a quente. Não tolera encharcamentos por períodos prolongados. Após bem estabelecidos tornar-se resistente à estiagem. Em locais de frio subtropical ou temperado, sofre com as geadas e raramente frutifica. Multiplica-se facilmente por sementes. Estas devem ser obtidas de frutos maduros, recém colhidos, preferencialmente após a queda, despolpados e postos a secar à sombra. Plantar as sementes em saquinhos contendo substrato drenável e mantido úmido. Germina em cerca de 10 dias.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
VEREADOR PROFESSOR OSVALDO, ACOLHEU REIVINDICAÇÃO DO GRUPO SAL PARA PRESERVAÇÃO DE NASCENTE
O
Vereador Professor Osvaldo Negrão (PMDB) decidiu acolher a denúncia do Grupo
“Somos Amigos do Lessa”. Eis que transpira no bairro, onde moram alguns
funcionários do Executivo, que a prefeitura teria planos de prolongar um
arruamento por sobre a APA ali existente. Pior que, sublimando uma nascente, em
plena era de crise hídrica... A via se estenderia, atravessando propriedade da
Família Lerário, até chegar ao shopping.
O vereador acionou o Departamento de
Águas e Esgotos que já investiga, a pedido do mesmo edil, o sumiço do recurso
hídrico de uma fonte, na rua Prudente de Morais, em frente a um posto de
gasolina. A pedido do DAEE a assessoria do professor Osvaldo já enviou fotos às
autoridades competentes. Mais uma providencia tomada a partir do Grupo SAL, o
que realmente defende o bairro.
67.920
Aqui a localização: ===> http://salsociedadeamigosdolessa.blogspot.com.br/2013/09/rico-manancial-existente-no-residencial.html
67.920
segunda-feira, 11 de maio de 2015
RICO MANANCIAL EXISTENTE NO RESIDENCIAL DR. LESSA NECESSITA DE PROTEÇÃO PERMANENTE
NASCENTE NO RESIDENCIAL DR. LESSA
Cremos que nenhum brasileiro consciente esteja despreocupado quanto ao gravíssimo problema da água potável que enfrentamos nos dias atuais.
Louvável, embora tardiamente, após mais de 20 anos em exercício de cargos de comando no poder executivo, o Excelentíssimo Sr. Governador do Estado de São Paulo executa projeto de recuperação de mananciais em áreas da Mata Atlântica paulista, com plantação inicial de um milhão de mudas de espécies nativas, sendo atestado vivo da necessidade da preservação e da recuperação ambiental.
Na implantação do nosso tão querido e bem planejado bairro, Jardim Residencial Dr. Lessa, cuja denominação homenageia seu competente fundador, com toda a infraestrutura instalada, arruamento com vias largas, generosos espaços foram reservados para execução e manutenção de áreas verdes e, com enorme satisfação, constatamos que, após mais de trinta anos, a nossa Praça, que em homenagem a um dos seus fundadores foi denominada Praça Antônio Rodrigues da Silva – Dr. Catioca, vem recebendo especial atenção das autoridades municipais, com plantio de mudas apropriadas para o local, sendo que incidência de frutos, tais como uva japonesa, acerola e tamarindo, são realidade e com um pouco de sorte avistam-se pica-paus em copas de árvores.
Imagens colhidas no dia 11 de maio de 2015
Após a revitalização do sistema viário e canteiros do entorno do Residencial Dr. Lessa, em razão da inauguração do vizinho Shopping Pátio Pinda, estes foram cultivados com mudas de árvores de tamanho avantajado, as quais se mostram com certa robustez, compondo embelezamento do ambiente com os já sabidos benefícios do verde em favor da biodiversidade.
Imagens colhidas no dia 11 de maio de
2015
Torna-se necessário acrescentar a estes esforços, aperfeiçoamento, no sentido de se preservar manancial com seu fio de água, existente na divisa da Área de Preservação Permanente com terreno limítrofe com os fundos do Shopping, nas proximidades do cruzamento da Rua Gabriela de Barros Lessa com a Rua Geraldo Prates da Fonseca. Neste local a cerca demarcatória da Área de Preservação Permanente afunila-se, excluindo da APP a nascente e seu fio de água, o que poderá acarretar riscos para a sua preservação em razão de prováveis obras, pois há comentários sobre a construção de rua que se sobreporia à nascente e ao riacho.
O Grupo SAL – Somos Amigos do Lessa, requer notificação ao Ministério Público local, para que esta reivindicação, oriunda de alguns moradores preocupados com a causa, seja levada em consideração.
Pindamonhangaba, 11 de maio de 2015.
Imagens da APP colhidas em 08 maio 2015
OBS: Cliquem nas imagens para ampliá-las.
67.340
67.340
sábado, 11 de abril de 2015
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que associações de moradores não podem cobrar contribuição de quem não é associado a elas. Somente condomínios particulares previamente estabelecidos podem fazer isso de forma compulsória. VONTADE PRÓPRIA: A disputa entre associações que são formadas para dividir despesas como segurança e coleta de lixo era antiga. Mas o STJ acabou decidindo que a taxa só deve ser paga por aquele que se associar voluntariamente a uma organização. A decisão tem caráter vinculativo, ou seja, deve ser seguida por todos os tribunais do país.
Decisão do STJ que vetou cobrança deve orientar processos pelo país, 64 em SP
Justiça entendeu que ninguém é obrigado a se filiar a entidade para pagar por serviços e melhorias em ruas
Uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que vetou a cobrança compulsória de taxas de manutenção por associações de moradores deve orientar ao menos 141 processos semelhantes em curso no Brasil --sendo 64 no Estado de São Paulo.
O levantamento foi feito pelo STJ, a pedido da Folha, após julgamento no mês passado no qual foi aceito, por 5 votos a 2, os recursos de dois proprietários de imóveis de municípios de São Paulo.
Moradores de Mogi das Cruzes (a 57 km de SP) e Franca (a 400 km de SP), eles não aceitavam as taxas cobradas pelas associações de bairros e haviam sido condenados em primeira e segunda instâncias a pagá-las --sob a justificativa de que, como eram beneficiados por melhorias, deveriam dividir as despesas.
O STJ, no entanto, entendeu que eles não eram obrigados a estar associados.
O advogado Marcelo Tapai, diretor do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor, avalia que a quantidade de afetados pela decisão é muito maior que as ações já mapeadas pelo STJ.
"Trata-se de assunto cada vez mais recorrente por causa da segurança. As pessoas fecham uma rua, instituem uma associação e compelem todo mundo a pagar uma taxa", afirma Tapai, especialista em direito imobiliário.
Como a decisão ocorreu sob rito dos repetitivos (quando há mais de um processo sobre a mesma questão), a partir de agora caberá recurso apenas se a sentença de segunda instância for contrária ao entendimento do STJ.
Na prática, ela balizará as decisões dos tribunais inferiores --que até podem julgar de forma diferente, mas, chegando ao STJ, a possibilidade de reverter é mínima.
PORTARIA E ASFALTO
O julgamento no STJ pôs fim a um impasse que se arrastava na Justiça havia sete anos no caso do técnico contábil Marcelo Viana, 44.
Morador do Residencial Rubi, em Mogi das Cruzes, ele disse que não quis se filiar por falta de transparência. "É uma panela, decidem entre eles."
Em 2008, quando a taxa era de R$ 50, a entidade de moradores passou a cobrá-lo na Justiça. No processo, seu advogado, Luciano Arias Rodrigues, alegou que Viana não podia ser obrigado a pagar porque a área é um loteamento, e não um condomínio, e que a Constituição prevê liberdade de associação.
O Residencial Rubi diz que, na prática, é um condomínio, com serviços como portaria, segurança privada e manutenção de ruas e esgoto.
"Se ninguém pagar, não tem como fazer serviço de esgoto, consertar buraco no asfalto", afirma Solano Matos, advogado da associação.
'MILÍCIA'
No recurso apresentado ao STJ, a defesa do comerciante João Geraldo Raimundo Jr., de Franca, afirmou que, "por analogia", a ação de associações de moradores "tem a ver com as milícias do Rio" --conhecidas por cobrar por segurança e outros serviços.
"Daqui a pouco as milícias teriam essas taxas regulamentadas", disse o advogado José Antônio Martos.
O Residencial Morada do Verde, segundo ele, começou como um loteamento de alto padrão e, mais tarde, um grupo de moradores criou uma associação e decidiu fechá-lo, colocando uma portaria.
O cliente dele, por se recusar a pagar taxas, teve a entrada de parentes e entrega de cartas dificultadas. Precisou alugar uma caixa de correio. A associação do residencial não quis se manifestar.
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